Executivo?

Acho engraçado (para não dizer trágico) aqueles profissionais que acham que só porque seus cartões de visita dizem “Gerente” já podem ser considerados Executivos.
 
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Um executivo que se preze e merecedor desse título é um líder aclamado, respeitado e admirado pela equipe, sabe liderar a si mesmo, conhece seus limites e exerce auto-reflexão constantemente. Conquista seu espaço pela competência principal que é saber ouvir, talento raro. Sabe portar-se diante do mais alto executivo e do mais baixo funcionário, da mesma maneira, com educação e respeito. É elegante porque sabe levar a roupa que tem com porte, seja um jeans casual ou um terno de grife. É agradável e sabe fazer networking pensando no todo, e não apenas em “fazer contatos para o seu futuro”. É disputado nas conversas e as pessoas param para ouvi-lo. É acima de tudo, humilde. Se você não se viu na descrição acima, amigo, sinto muito – você não é um Executivo, é apenas mais um na multidão de medíocres. Você não tem um carreira, tem um emprego e é bom rever sua posição, porque já já, nem isso terá.

 

Celia Spangher é Headhunter e Coach, Diretora de Gestão do Talento da Maxim Consultores.

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celia@maximconsultores.com.br

Experimente a Desconexão (Gil Giardelli para VoceSA)

Experimente a desconexão

Cientistas americanos comprovaram que alguns dias offline são necessários para incubar e disparar o processo criativo

Gil Giardelli (redacao.vocesa@abril.com.br) 

Crédito: Ilustrações: Denis Freitas
 

Este ano devem ser vendidos no Brasil 15,5 milhões de smartphones e 1,5 milhão de tablets, segundo a consultoria IDC. Em dezembro, durante a semana do Natal, foram baixados 1,2 bilhão de aplicativos móveis. É a força da cultura das telas. Ninguém se desgruda mais de seus computadores de mão.

Muita gente só vê a rede como uma fonte de jogos bobinhos e passatempos inúteis. Pode ser menos perceptível, mas a rede também está nos tornando mais politizados e engajados.

No ano passado, o assunto mais compartilhado no Facebook não foi o casamento do príncipe William, herdeiro do trono britânico, e sim as consequências da morte de Bin Laden. No microblog Twitter, a hashtag mais falada foi #Egypt. No mundo, quase 1 bilhão de pessoas têm conexão 3G, que permite a transmissão de dados de texto, foto e vídeo.

Segundo a Organização das Nações Unidas, existem 4 bilhões de aparelhos móveis em uso no mundo e somente 2,6 bilhões de pessoas com acesso a banheiros e condições básicas sanitárias. Estarrecedor. Em 2012, eu aconselho você a desligar seus aparelhinhos e ser mais social na vida real. Evite ser levado pela maré brava da informação. Talvez seja contraditório, mas, acredite, seu cérebro precisa disso.

Cientistas da Universidade da Califórnia provaram que alguns dias sem conexão são necessários para incubar e disparar o processo criativo. Em outra frente, o escritor americano Jonah Lehrer, autor do livro Imagine – How Creativity Works (“Imagine – como a criatividade funciona”), que custa 15,83 dólares na Amazon, pesquisou e confirmou que nosso cérebro precisa se desconectar para resolver problemas complexos.

Você consegue ficar sem se conectar 30 minutos por dia? Almoçar sem olhar uma única vez o celular? Ver os detalhes da vida sem precisar fotografar e somente guardar boas lembranças na alma? Toda tecnologia perde o sentido se não proporcionar mais contato humano. Desconecte-se para pensar em sua carreira neste fantástico momento de mudança global.

Fique offline por alguns momentos do dia para ter novas visões, influenciar mudanças, criar novos conceitos de negócios, produtos, serviços e experiências. Escrevi esta coluna do Delta do Rio Okavango, em Botsuana, na África. Fiquei vários dias sem conexão.

Foi fantástico. Lá me reencontrei com as ideias, com os sonhos e com meu planejamento de vida. Viver na rede é fantástico, mas não podemos nunca nos esquecer que somos um ser social.

 

(*)(Grifo de Celia Spangher)

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Saber Vencer

Observando alguns comportamentos de vencedores em diversas áreas, me lembrei da Hortência, a Rainha do basquete brasileiro que, em entrevista há alguns anos, comentou que na vida sempre nos orientam a saber perder,

mas quase nunca a saber vencer. Image

Quando crianças, nossos pais nos ensinam que às vezes se ganha, às vezes se perde e assim em joguinhos infantis, somos orientados a saber perder e levar a derrota “na esportiva”, sem chiliques!

Adolescentes, na prática do esporte, a mesma toada segue – saber perder com dignidade é a regra. Nada se fala sobre saber vencer.

Com isso, crescemos sem saber lidar com a vitória, com o sucesso e a inebriante (e equivocada) sensação de que a vitória nos alça a um patamar diferenciado e, portanto, adquirimos direitos – o direito de tripudiar em cima do adversário, o direito de nos posicionarmos acima do bem e do mal, entre outros.

O anel da vitória e do sucesso não perdoa. Exemplos recentes me vêm à cabeça como Amy Winehouse e Adriano, para citar alguns deles. Inegáveis talentos, vitoriosos e bem sucedidos em algum momento, mas que sem saber o que fazer com a vitória, perdem o sentido de si mesmos, deixando-se envolver pelo entorno.

No mundo corporativo, o Anel do Sucesso também aperta e como aperta! Os exemplos talvez não sejam tão contundentes como no esporte ou na música, mas Líderes, Diretores, Empreendedores e Empresários são vítimas do não saber vencer de maneira surpreendente. Passam a encarar concorrentes como inimigos a ser eliminados, colaboradores como peças no tabuleiro a ser movidas segundo o mapa que ele, o vitorioso desenhou. Muitas empresas, projetos e grandes sonhos já foram reduzidos a pó, em consequência na nossa inabilidade de lidar com a vitória.

Por isso, procure aprender com grandes vencedores: aqueles que já reconheceram que a vitória e o sucesso são efêmeros e que não significam garantia de um lugar permanente no Olimpo.

Celia Spangher é Headhunter, Coach e Diretora de Gestão do Talento da Maxim Consultores

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“Faculdade de Primeira Linha”

Como headhunter, é comum ouvir a expressão “Faculdade de primeira linha” como pré-requisito para profissionais solicitados por alguns clientes. Ainda fico perplexa com essa solicitação, pois em 2012 esperava que o mercado já tivesse ampliado seus critérios de recrutamento e seleção e tivesse uma visão menos míope.

Nada contra as instituições ditas “de primeira linha”, pois sem dúvida, tem seus méritos. Nada contra o Ensino Superior em geral, pelo contrário, pois se trata de um importante aliado na formação profissional.

Não sou ingênua em achar que profissionais com formação dita ‘de primeira linha’, pelo menos no papel, não levam vantagem na hora de atrair a atenção das empresas. É um fato. Quero é desmistificar esse fato.

Como Selecionadora, prefiro entrevistar Profissionais de Primeira Linha. Prefiro não confundir Escolarização com Educação. Claro que, muitas vezes profissionais de destaque são oriundos de Instituições reconhecidas. Quero enfatizar, porém, que o contrário também é válido. Já entrevistei profissionais impecáveis e de sucesso comprovado que sequer curso superior tinham!

Para mim, o conceito de Educação é muito mais amplo do que a vida acadêmica do profissional; engloba cultura geral, capacidade de análise, visão ampla de mundo, capacidade de aprendizado constante, curiosidade, “antena ligada”. O profissional mais desejado é aquele que entende que estudar não está restrito ao “Banco da Universidade” e tem muito mais a ver com sua própria sede de saber mais e aplicar seu conhecimento na prática na busca pela excelência.

E esses pilares de educação podem ser encontrados em profissionais dos mais diversos perfis acadêmicos.

Na comparação, prefiro um profissional que tenha se dedicado a fazer um bom curso técnico com garra e determinação, do que aquele que fez o curso Superior (de primeira linha ou não), apenas pelo famoso “canudo”. Quem faz o curso é o estudante. Quem faz sua carreira é você. E ser um profissional de primeira linha dependerá muito mais da sua postura diante do conceito de Educação do que da Instituição onde estudou. Espero que um dia, tanto profissionais como recrutadores pensem nisso.

Celia Spangher é Headhunter e Diretora de Gestão do Talento da Maxim Consultores
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Em 2012, o essencial

O VALIOSO TEMPO DOS MADUROS – Ricardo Gondim

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de jabuticabas…
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar
da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo
de secretário geral do coral.
‘As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos’.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa…
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!

Feliz Natal e um 2012 repleto do essencial!!

Celia Spangher – Maxim Consultores
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RH Estratégico – Urgente!

Função estratégica da área ainda é pouco reconhecida nos negócios

Renato Grinberg analisa o novo momento e as perspectivas para os profissionais de Recursos Humanos nas empresas

Apesar de começar a se estabelecer em empresas de ponta, a importância estratégica do RH ainda é pouco reconhecida no Brasil. Além disso, uma recente pesquisa realizada com 600 funcionários da Trabalhando.com, apontou que 33% deles não entendem qual é a real função do setor na empresa.

O diretor e especialista em carreiras e mercado de trabalho da Trabalhando.com, Renato Grinberg, analisa o novo momento dos profissionais de RH e a percepção destas mudanças pelo mundo corporativo.

As empresas nacionais estão atrasadas no modo como lidam com seu capital humano?

Não, as grandes empresas nacionais estão se destacando no modo como lidam com seu capital humano e o modo como tem exportado esse conhecimento. Por conta da cultura latina e de um histórico de crises, nossos profissionais de RH tem uma sensibilidade maior que o comum para lidarem com as necessidades do ser humano, além de ter jogo de cintura para se adaptarem a novas regras.

Quais são as atribuições de um profissional de RH no mundo corporativo atual?

Nos últimos 10 anos, em algumas empresas de ponta, o RH passou a participar de decisões estratégicas, analisando custos e riscos e tem adquirido poder de decisão em processos de fusões e novas aquisições ou ingresso em novos mercados, por exemplo.

Qual a importância estratégica destes profissionais para as empresas?

No caso de uma fusão, por exemplo, é preciso que o RH monte uma estratégia para integrar a cultura das duas empresas e estabelecendo ações de comunicação para evitar o desencontro de informações entre funcionários e possível fuga de talentos.

Por que o reconhecimento da função estratégica do RH demora a acontecer?

Porque há uma dificuldade em encontrar profissionais de RH preparados para lidar com estas questões, ao mesmo tempo em que ainda existem gestores que não aceitam que o RH deve participar das tomadas de decisão da empresa.

E qual a solução para reverter este quadro?

Investir em formação. É mais fácil treinar dentro da empresa funcionários com boa pré-disposição para aprender do que tentar “caçar” talentos fora da empresa.

Quais são os conhecimentos necessários para profissionais que lidam com o capital humano das empresas?

Precisa haver uma complementação entre conhecimentos em humanas, como no caso dos psicólogos, e conhecimentos em administração empresarial. Hoje, ainda vemos mais psicólogos do que administradores no RH, mas a tendência é que isso se reverta nos próximos anos.

Na sua visão, os profissionais de RH das empresas brasileiras estão preparados para lidarem com todos os aspectos que envolvem o capital humano?

É muito difícil uma empresa ter funcionários preparados para lidar com todos os aspectos que envolvem um RH, como a gestão da saúde dos funcionários, por exemplo. O importante é que o RH esteja “antenado” a estas necessidades e saiba a hora certa de contratar empresas especializadas neste tipo de suporte.

Sobre o papel dos profissionais de RH, qual seria o “mundo ideal” e qual é o “mundo real” que se vive hoje no mundo corporativo?

No mundo ideal, o RH de todas as empresas deve estar inserido nas decisões estratégicas que envolvam os negócios da corporação. No mundo real, este reconhecimento chegou apenas às empresas “de ponta” e caminha aos poucos.

Como “startar” essas mudanças?

Contratando mais profissionais que tenham essa visão de negócios. É preciso entender que o mercado tem exigido mais profissionais com uma visão exata e estratégica na área de recursos humanos. Ele deve ter uma carreira focada na área de negócios, seja complementada pela própria graduação ou em uma pós ou mestrado.

Portal HSM
19/09/2011

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Um Bom trabalho só não basta

Muitos profissionais reclamam que fazem um bom trabalho, com excelentes resultados e ainda assim são cobrados por outras competências, normalmente, de cunho comportamental.

Um bom trabalho e excelentes resultados ajudam muito na hora do reconhecimento, mas eles podem até mascarar problemas comportamentais que afetam a equipe e sua produtividade. Diariamente vemos excelentes profissionais que são tecnicamente impecáveis, mas que tem dificuldades em lidar com as pessoas, ou mesmo com a pressão em 360º.
Um exemplo típico aconteceu outro dia – o profissional era o Top de Vendas da empresa, resultados absolutamente expressivos, e calcado nisso, se achava no direito de maltratar colegas e superiores, pois acreditava que a empresa jamais o dispensaria. Ledo engano. Não só foi dispensado, como sua cota de resultados foi até superada pela equipe, que ficou aliviada com a sua saída e apresentou níveis de produtividade muito mais altos.

Outro caso é o do profissional que apresenta dificuldade para ouvir ativamente. Está recebendo feedbacks diariamente de todos os lados, mas como seus resultados estão acima das metas propostas pela empresa, as informações entram por um ouvido e saem pelo outro, sem processamento e a necessária reflexão. O profissional foca sua atuação unicamente no resultado e simplesmente se esquece de ouvir ao redor, perdendo com isso uma chance única de crescimento e desenvolvimento. Atropelos, falta de comunicação assertiva, falta de organização pessoal, egolatria são as queixas mais comuns de quem tem que conviver com profissionais de alto nível de desempenho e baixo nível de inteligência emocional e atenção com o universo ao seu redor.

Sem dúvida, resultados expressivos são muito bem recebidos, porém fique atento às pessoas e ao ambiente em que você está inserido – Nós estamos na era da Colaboração, o que significa que não há como viver isolado, sentado em cima do seu resultado. Acredite, isso fará toda a diferença no seu crescimento e desenvolvimento tanto pessoal como profissional.

Celia Spangher é Diretora de Gestão do Talento da Maxim Consultores
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E aí RH??

Apenas 11% dos CEOs estão satisfeitos com o RH

Carlos Faccina Para Época Negócios

Pesquisa conduzida pela professora da PUC-MG, Betânia Tanure, indicou que apenas 11% dos presidentes de empresas estão satisfeitos com o trabalho de seus diretores de RH. Para mim, homem de RH e Planejamento Estratégico, o resultado não é surpresa. Do outro lado, os homens com a chave do cofre, os diretores financeiros, têm a confiança de 90% dos principais executivos das empresas.

Tenho enfatisado a necessidade urgente dos profissionais de RH de se envolverem com o negócio. Não é mais concebível que um profissional de importância estratégica de quem lida com gente fique alienado das questões ditas numéricas.

É pelo orçamento da empresa que corre o líquido vital do sucesso ou do fracaso da empresa. Saber do orçamento é responsabilidade de todos os que se envolvem com resultados da organização.

O RH também deve ter a compreeensão da cadeia de valor da empresa: conhecer como a empresas transforma a matéria-prima em valor com uma visão clara da contribuição dos produtos ao cliente.

Outra mudança urgente do RH é a questão do vocabulário. A linguagem própria natural em determinadas rodas especializadas é exagerada em nosso departamento. Fale a linguagem de seus clientes internos.

Por fim, a confiança exagerada dos CEOs em seus profissionais do departamento financeiro na relação 9 por 1 mostra que no DNA corporativo, no final das contas, as políticas, princípios, valores, responsabilidade social e modelos de gestão estão submetidos perigosamente aos números. É preciso ter cuidado com isso e a voz do pessoal de RH pode fazer uma importante diferença sob risco, no limite, do prejuízo ser outro. Por enquanto, essa voz está com o volume muito baixo junto aos ouvidos dos CEOs.

Carlos Faccina é Mestre e Doutor. Professor Universitário e Conferencista reconhecido nas principais Escolas de Negócio e Eventos, é autor de artigos e livros sobre gestão e carreira. Trabalhou na Nestlé por mais de 20 anos, onde ocupou a Direção de Recursos Humanos e Assuntos Estratégicos e Públicos. Preside a Intuitiva Bussines e é professor da FAAP e da BSP.

Os frangos do Admirável Rogério Ceni

Seria muito interessante avaliar profissionalmente essas pessoas que ofendem o golerio Rogério Ceni pelos maus resultados apresentados nos últimos jogos, considerando a trajetória de sucesso dele. Ou mesmo nas críticas ácidas ao Ronaldo Fenômeno pelo mesmo motivo, considerando a trajetória vencedora dele, inclusive com quebra de recordes etc. Como trabalho com essas avaliações diariamente, posso dizer com propriedade que TODOS os profissionais, de qualquer área e em qualquer segmento, passam por momentos de celebração (gols e troféus) como por momentos de baixa (“frangos” ou “rebaixamentos”). É típico do brasileiro vira-lata e sub-desenvolvido fazer avaliações olhando o rabo alheio, devidamente sentado no seu. É típico do brasileiro vira-lata e sub-desenvolvido achar que tem o direito de desrespeitar toda uma carreira, em função de um erro ou falha, como se ele próprio não as cometesse em seu trabalho diariamente. Seria muito bom medir esses “profissionais” em suas áreas de atuação com a mesma régua que se atrevem a medir os outros, sejam ídolos do esporte ou profissionais companheiros de trabalho. Garanto que o resultado seria no mínimo, hilário, para não dizer vergonhoso. É típico do brasileiro vira-lata e sub-desenvolvido, deixar de valorizar conquistas e enfatizar derrotas ou supostas falhas. Nos EUA, por exemplo, muito embora sejam um país de vencedores olímpicos, uma medalha de bronze é muito valorizada, enquanto aqui se a medalha não for de ouro, o esportista é considerado “pangaré”.

Vamos ver se no próximo “frango” que esses profissionais levarem em suas áreas, o julgamento será assim tããão rápido e ácido, não é?

Celia Spangher é Diretora de Gestão do Talento da Maxim Consultores
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Sabedoria….fantástica!!

Recebi de uma amiga no Facebook e achei genial. Quantas vezes você já não se viu em situações semelhantes na sua vida pessoal e profissional? em que papel? cachorro velho, leopardo ou macaco? Ótima reflexão.

Uma velha senhora foi para um safari na África e levou seu velho vira-lata com ela.
Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, deu-se conta de que estava perdido. Vagando a esmo, procurando o caminho de volta, o velho cão percebe que um jovem leopardo o viu e caminha em sua direção, com intenção de conseguir um bom almoço .. O cachorro velho pensa: ‘Oh, oh! Estou mesmo enrascado ! Olhou à volta e viu ossos espalhados no chão por perto. Em vez de apavorar-se mais ainda, o velho cão ajeita-se junto ao osso mais próximo, e começa a roê-lo, dando as costas ao predador …. Quando o leopardo estava a ponto de dar o bote, o velho cachorro exclama bem alto: -Cara, este leopardo estava delicioso ! Será que há outros por aí ? Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de terror, suspende seu ataque, já quase começado, e se esgueira na direção das árvores. -Caramba! pensa o leopardo, essa foi por pouco ! O velho vira-lata quase me pega! href=”http://celiaspangher.files.wordpress.com/2011/06/meeting2.jpg”>

Um macaco, numa árvore ali perto, viu toda a cena e logo imaginou como fazer bom uso do que vira: em troca de proteção para si, informaria ao predador que o vira-lata não havia comido leopardo algum.. . E assim foi, rápido, em direção ao leopardo. Mas o velho cachorro o vê correndo na direção do predador em grande velocidade, e pensa : -Aí tem coisa! O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o que interessa e faz um acordo com o leopardo.O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito de bobo, e diz: ‘Aí, macaco! Suba nas minhas costas para você ver o que acontece com aquele cachorro abusado!’ Agora, o velho cachorro vê um leopardo furioso, vindo em sua direção, com um macaco nas costas, e pensa: E agora, o que é que eu posso fazer ? Mas, em vez de correr (sabe que suas pernas doloridas não o levariam longe…) o cachorro senta, mais uma vez dando costas aos agressores, e fazendo de conta que ainda não os viu, e quando estavam perto o bastante para ouvi-lo, o velho cão diz : ‘Cadê o maldito macaco? Tô morrendo de fome! Ele disse que ia trazer outro leopardo para mim e não chega nunca!
Moral da história: não mexa com cachorro velho… idade e habilidade se sobrepõem à juventude e intriga. Sabedoria só vem com idade e experiência. Se quiser,envie essa fábula a seus ‘velhos’ amigos.É claro que eu não estou, de modo algum, insinuando que você esteja velho. Apenas um tantinho assim mais experiente….

Celia Spangher é Diretora de Gestão do Talento da Maxim Consultores
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celia@maximconsultores.com.br

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